27 de mar. de 2013

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Bíblia online


QUEM SOU EU?


SexoMasculino
AtividadeEnsino
ProfissãoProfessor
IntroduçãoAbreu e Lima, Pernambuco, Brazil, Casado com Eliane, Bacharel em teologia (FATEADALPE), licenciatura plena em ciências da religão (UVA). Pós-graduado em: ensino de História, e História das artes e das religiões (UFRPE) e licenciando em Pedagogia (UVA). Professor da FATEADAL








18 de nov. de 2012


ADOLESCÊNCIA: RESUMO DO DESENVOLVIMENTO BIOPSICOSSOCIAL




     As mudanças físicas e emocionais, faz parte do seu desenvolvimento, e que são parte de um processo normal.
     Esta fase significa “o período de crescimento em direção a maturidade”. É uma etapa de preparação para vida adulta.
     Não é possível dormir criança e acordar adulto. É preciso passar por este período e vivenciar estas experiências, que provocarão este amadurecimento.
     A adolescência compreende o conjunto de todas as transformações: psicológicas, sociais, intelectuais e também as biológicas.
     Portanto, a adolescência contém a puberdade. Sendo esta etapa, segundo o autor, mais biológica. A puberdade refere-se ao crescimento físico. Já a adolescência compreende não só as mudanças físicas, bem como das demais áreas da vida: emocional, social, intelectual e etc.
     O principio da puberdade, acontece no cérebro. Neste processo ocorrem as produções hormonais, mudanças no  corpo, crescimento de pelos; a pele e seus problemas; alteração na voz e etc.
     O autor, elenca algumas características psicossociais pertinentes a fase da adolescência: confusão pubertária, que precede as modificações corporais, e que ocorrem distintamente entre as meninas e meninos. Ou seja, nas meninas ocorrem a perda da noção do esquema corporal. Elas enfatizam neste período o relacionamento (quantitativo ) enquanto eles ( meninos ) focam o desempenho.
     Para o autor, outra característica deste período é a síndrome da quinta série, que consiste em o conjunto dos sofrimentos apresentados pelos meninos na quinta série. Sendo assim, resulta na confusão mental que ocorre em relação ao horário escolar, a programação e a percepção com relação ao aprendizado. O seu pensamento abstrato fica menos desenvolvido do que as meninas.
     Há outra etapa, neste processo denominada de onipotência pubertária, ela consiste diferenças nas meninas em que priorizam o sentimento de se enturmar. Enquanto os meninos apresentam muitas modificações comportamentais. Ademais, o interesse torna-se frequente pelo desempenho sexual.
     O estirão, segundo o autor são fases de angustia e timidez de se expor em público. Nessa idade é bastante comum as meninas quererem fazer cirúrgia plástica estética, não se opera o que estiver em pleno desenvolvimento. O corpo cresce em ritmo acelerado. Mas não podemos considerar isso como sendo uma regra geral. Há variações de pessoa para pessoa.
     A onipotência juvenil, de acordo com o autor, é uma das fases mais complicadas no relacionamento entre pais e filhos. Ou seja, nesta etapa ocorre o clímax da força biológica da reprodução, bem como a ilusão onipotente de



Que jamais vão se machucar, engravidar. O sentimento de blindagem contra tudo e todos prevalece. O desejo de independência também é peculiar nesta etapa.










REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA


TEXTOS: ADOLESCENCIA – RESUMO DO DESENVOLVIMENTO BIOPSICOSSOCIAL. TIBA. Içami, Adolescentes: quem ama educa. – 28. Ed. – São Paulo: Integrare editora, 2005.






2 de set. de 2012


O NASCIMENTO DA ANTROPOLOGIA




A Antropologia mostra-se indispensável na importante tarefa de facilitar a convivência entre as diferentes culturas. Não é possível a convivência sem o respeito pelos "outros": outros povos, as outras mentalidades e as outras culturas.
A Antropologia é uma disciplina que investiga as origens, o desenvolvimento e as semelhanças das sociedades humanas, assim como as diferenças entre elas.
O que a distingue das demais ciências?
Segundo o antropológo Herskovitis "está no fato importantíssimo de que a Antropologia, centrando sua atenção no homem ( humanidade ), leva em conta todos os aspectos da existência humana: biológica e cultura; passada e presente, combinando esses diversos materiais numa abordagem integrada no problema da existência humana.

  1. A ANTROPOLOGIA ENTRE OS ANTIGOS:


    1. HERÓDOTO ( 484-424 a.C )


O ambiente de seu tempo centrava-se em especulações sobre a origem da humanidade. Ele, pois viajou muito pelo mundo então conhecido,tendo observado muitos povos e costumes diferentes. Como antropólogos modernos, ele entrevistrou "informantes" chaves e registrou suas declarações. Os relatos das testemunhas oculares ele chamou-os de historié, significando literalmente seguir a pista de algo.
Em suas viagens descreveu:
Padrões de casamentos, hábitos alimentares, e outros costumes. ( tornou-se tema importante para Antropologia, diga-se Etnologia )
Ponto central, no método de sua pesquisa - fazia comparação entre as culturas.


2. TÁCITO ( ROMANO 98 d.C )


Embora uns poucos gregos antigos fôssem os primeiros a iniciar o estudo naturalista do homem, é necessário destacar os romanos. Em seu livro, Germania, ele descreu: O caráter, os costumes e o ambiente geográfico das tribos germânicas.


3. TITO LÍVIO ( ROMANO 59 a.C -17 d.C )


Descreveu sobre os gauleses na batalha de Ália em 387 a.C ( atual Toscana ).


4. STRABO ( GREGO 63 a.C )
Geográfo e historiador, descreveu os povos de "longe". Deixou uma importantíssima contribuição sobre o ambiente físico e geográfico dos povos então pesquisados.


5. AL BIRONI ( 973 d.C )


Foi autor de um célebre tratado sobre a India e seus habitantes.


6. IBN BATUTA ( 1304-1378 d.C )


Conhecido como o " príncipe dos viajantes".
Descreveu em suas viagens (durante aproximadamente 28 anos) : Práticas religiosas, costumes e a relação de vários governos islâmicos. Observou e descreveu a natureza da sociedade humana.


  • 7. IBN KHALDOUN ( 1332-1406 d.C )
Foi precursor direto da Etnologia. Escreveu a história dos Berberes.
8. MARCO POLO ( 1271-1295 d.C )
Viajou durante 20 anos, China,India e o resto do mundo. Autor do livro o Milhão. Descreveu as populações da Ásia e da África durante as suas viagens. Relatou as habitações, divisão de trabalho, hábitos alimentícios e valores.


A ERA DAS DESCOBERTAS:


  • A ASCENSÃO DA ANTROPOLOGIA
( dogma teológico tempo da criação e paleontologia ).4004 a.C ARCEBISPO USSHER EM 1650.


  • OS FILOSÓFOS DO ILUMINISMO


  • ANTROPOLOGIA APLICADA
OS ABORIGINES mortos em 1835 - 203 restavam na tasmânia.


Em 1837 foi fundada a sociedade de proteção aos aborigínes - em Londres.




CLASSIFICAÇÃO DA ANTROPOLOGIA:


    A) Antropologia física:
    B) Antropologia Cultural:
Podemos tambem classificar desta forma:
    1. Empírica
    2. Filosófica
    3. Física
    4. Cultural


Por sua vez, a Antropologia Cultural pode subdividir em:


    a) Etnolinguistica
    b) Etnopsicologia
    c) Etnopsiquiatria
    d) Etnohistória
    e) Etnoeconomia
    f) Etnogeografia


Portanto, o conhecimento antropológico envolve o uso de
técnicas e teorias de muitas disciplinas.






FORMAÇÃO DE UMA LITERATURA "ETNOGRÁFICA" SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL:


  1. PERÍODO - SÉC. XVI-XIX


CARACTERÍSTICAS: Relatos de viagens ( cartas, diários, relatórios etc.) feitos por missionários, viajantes, comerciantes, exploradores, militares, administradores coloniais, etc.
TEMAS E CONCEITOS: Descrições das terras ( fauna, flora, topografia) dos povos "descobertos" ( hábitos e crenças ).












BIBLIOGRAFIA:


ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A escrita no Brasil colônia. Recife: editora Massangana,2003.
ALCÂNTARA, Claúdia Sales de. Fé,expressão e cultura. São Paulo: editora Reflexão,2009.
BARRIO,Angel B. Espina. Manual de Antropologia cultural.Recife: editora Massangana,2005.




7 de abr. de 2012


PROGRAMA: ADORAÇÃO E LOUVOR (1º programa) 31/03/2012.






DIREÇÃO: MAESTRO IVAN
COMENTARISTAS: PAULO ANDRADE E RANILSON LEMOS



TEMA DO DEBATE: O LÍDER/SERVO
TEXTO BÍBLICO: Rm 1:1 “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”.

No dia 31 de Março de 2012, às 22hs até 0hs. O programa Adoração e louvor atende uma grade composta: História dos hinos da harpa cristã, técnicas vocais e debates teológicos.
O irmão Ranilson Lemos iniciou o debate enfatizando que o nosso objetivo é levantar assuntos até então esquecidos no meio evangélico e em seguida levantou alguns pontos concernentes ao que significa ser servo de Deus pela Bíblia?
O professor Paulo Andrade, em seguida apresentou o contexto histórico da carta de Paulo aos Romanos;
A cidade – a capital do império romano justificava sua prerrogativa de ser a cidade principal, maior que Atenas, Alexandria e Antioquia. Embora situada na parte ocidental do mundo romano, ela tinha ligações íntimas com as áreas mais remotas.
Durante o primeiro século da era cristã, havia mais de 1.500.000 pessoas em Roma, das quais 800.000 eram escravas.
A riqueza e a cultura romana exigiam uma multidão de escravos domésticos. A escravidão foi uma prática comum nas sociedades antigas.
Bem, o apóstolo dos gentios se apresenta como servo na carta aos romanos. Qual o significado de servo neste contexto? Afinal de contas, Paulo, era um apóstolo. O que ele queria dizer ao se utilizar do termo?
No contexto, o termo servo, vem do grego doulos(s) que significa “aquele que é de propriedade de outrem”. O crente que voluntariamente assume a posição de escravo de Cristo não tem direitos ou vontades próprios. Faz sempre e somente a vontade do seu Mestre.
Ao analisarmos o termo servo na língua grega, destacamos também o vocábulo muito conhecido no meio evangélico:
Ministro (em 1Co 4:1) nesta passagem é no grego DIÁKONOS (ks) ocorre 29 vezes no N.T. Segundo o lexicógrafo J.H. Thayer pode apresentar as seguintes possibilidades de tradução:
  1. Servo: Mt 20:26;
  2. Garçon: Jo 2:5,9;
  3. Ministro: Rm 13:4;
  4. Auxiliar: 2Co 6:4;
  5. Oficial: Fp 1:1.
Após, a apresentação do contexto histórico e etimológico, levantamos algumas indagações sobre a concepção atualmente de “servir” no que diz respeito às atribuições eclesiásticas. Então, vejamos:
  • Ministério eclesiástico: subir ou descer a escada? Frequentemente o ministério é interpretado como sendo uma escada para cima, onde os que servem são vistos numa posição cada vez mais elevada em relação aos demais. É nesse ponto que pode surgir os chamados “astros” do cristianismo. Ou seja, emergem aqueles que movidos por concepções equivocadas, buscam desenfreadamente o “status”, o título, posição e o benefício do poder. Mas, será que esta forma de encarar o ministério eclesiástico tem respaldo o bíblico?
  • Em Mt 20:26,27 : o texto retrata o episódio em que os discípulos discutiam sobre quem dentre eles, deveria ocupar o primeiro lugar. Nos dias atuais, é percebível o quanto, o título, a posição tem sido almejada por muitos que por vezes, não atendem as prerrogativas neotestamentárias. Certa vez, Jesus disse: “qualquer que entre vós quiser se tornar grande, será esse o que vos sirva; e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo”.
  • Entendemos que o ministério é uma escada para baixo. Quanto mais descemos, mais desaparecemos; quanto mais desaparecemos, mais diminuímos; quanto mais diminuímos, mais Cristo cresce. Quanto mais Cristo cresce, mais condição temos de servir!
  • A visão bíblica de ministério eclesiástico reprova aqueles que tratam suas igrejas como se fossem meras empresas. E ainda, aqueles que são dominadores, autocratas, e que perseguem os membros que não compartilham de seus pontos de vista. Tratam o rebanho como se todos fossem seus subalternos.
Para tanto, o contexto geral das Escrituras, apresenta o ministério eclesiástico como sinônimo de “servir”.

12 de fev. de 2012

O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA - A EVOLUÇÃO DA CONDIÇÃO SOCIAL DA CRIANÇA


 A proposta de socialização da criança na escola vai muito além da integração de uma
criança abstrata a uma sociedade harmônica, através de um processo de escolarização. A
criança participa do contexto social, logo, há toda uma projeção- marcada por
determinantes históricos e sociais – que visa moldar uma socialização para a
criança através, também, do cenário escolar.
A ideia que se tem da relação escola/Família é responsável pela educação moral de
uma criança tem seus fundamnentos históricos, quando na transição do cenário medieval
para o moderno, as crianças passaram a conhecer uma nova forma de interação social. À
priori, em relação à família. Pois, a partir do século XVIII, com a burguesia, veio surgir a
chamada família moderna, onde se instalava a intimidade familiar, a vida privada, o
sentimento de união afetiva entre o casal e entre pais e filhos. E sob a influencia dos
reformadores moralistas, a aprendizagem social das crianças vai deixando de ser por
meio do contato com adultos, e sendo através da escola. Como afirma Ariés: “a família e a
escola tiram juntos a criança da sociedade dos adultos”.
O termo infância surge, mas desde já, como reflexo de interesses de uma sociedade
capitalista( burguesia ) padrões morais e de comportamento são instituidos para
crianças.O que vem determinar a dupla face da infância: inocente e má. É inocente
quando a criança atende ao que lhe foi instituido, e é má quando deixa de atendê-lo.
A natureza infantil não se limita a fatores biológicos, mas também se traduz por meo
de fatores sociais. Crianças de classes sociais diferentes tem diferentes formações, seja
social ou biológica. Logo, não existe uma natureza infantil, e sim condições de ser
criança.
Em termos pedagógicos e psicológicos não se pode ter a idealização de criança
abstrata, mas vê-la como um ser socialmente determinado, considerando seu período
histórico e condições sociais.
A Pedagogia tradicional tem a ideia de que a criança não será corrompida se for
adequadamente educada.. Já a Pedagogia nova afirma que a criança é um ser ingênuo,
sendo corrompido caso não haja respeito e proteção. Assim, a escola deve atuar como
passagem do mundo infantil para o mundo adulto, levando em conta as expectativas da
sociedade quanto à formação da criança.
A escola fica, inclusive na atualidade, rsponsável por promover a integração da
criança à sociedade. Como afirma Charlot , a socialização e a integração social não são a
mesma coisa; A criança já nasce socializada, pois pertence a uma dimensão social
previamente instituída. O que ela necessita é adaptar-se a essa condição social,
passando, assim, a integrar-se socialmente. E é ai que entra a função da escola. Ela é
uma agência socializadora de uma sociedade que se afirma democrática.
A escola não é neutra; ela é um instrumento de dominação. Percebe-se também a
heterogeneidade de classes em seu âmbito, onde, na maioria dos casos, a classe
dominante é mais relevante que a dominada. A esse passo, a escola atua como
reprodutora das distintas classes e condições sociais..
A educação deve ser garantida a todos. O que requer da escola um posicionamento
que viabilize o alcance desse direito às classes mais suprimidas.
A classe social em que se insere a família irá determinar os aspectos internalizados
por ela, o veículo da internalização.
Por mais que estejam interralacionadas quanto à educação da criança, a família e a
escola têm métodos distintos de internalizar novos conteúdos à mesma.
Um dos veículos mais importantes nessa relação escola/socialização é a imagem do
professor, que por sua vez, é veículo para estabelecimento dos vínculos básicos e
essenciais entre a criança ( na condição de aluno ) e o mundo social.
Sobretudo, é indispensável a consciência da escola quanto à realidade social da
criança, o que, sem dúvida, norteará caminhos mais eficazes de socialização da criança
na escola.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

LANE, Silva T.M.; CODO, Wanderley. ( Orgs ). Psicologia Social: O homem em movimento.
2 ed. - São Paulo; Brasiliense, 1985.

8 de jan. de 2012

ILUSTRAÇÕES SOBRE EVANGELISMO

Eu não sei o caminho

 Um menino viera com seus pais morar no subúrbio de uma de nossas cidades.
Em seus passeios pelo bairro, foi longe demais e não conseguiu descobrir o caminho para casa.
Não lembrava o nome do bairro e nem da rua em que morava.
Quem poderia ajudar o menino?
Fazia tempo que estava perambulando pelas ruas.
Até que, vindo uma senhora, o menino tomou ânimo para pedir-lhe ajuda.
"Preciso ir para casa mas não sei o caminho. A senhora pode me ajudar?"
"Escute aqui, menino", disse a senhora, "se você precisa de uma informação ou ajuda de minha parte, então limpe primeiro o seu nariz, lave o rosto, tire as mãos do bolso, fale direito, e, antes de tudo, peça licença para falar comigo, ouviu?"
"Isto é muito complicado", respondeu o menino.
"Neste caso prefiro andar perdido e achar o caminho sozinho".
Pode ser que essa senhora tenha desejado oferecer ao menino uma lição de boas maneiras com o melhor propósito.
Entretanto, as exigências daquela senhora pareciam muito complicadas.
Na situação espiritual ocorrem episódios idênticos.
Quanta gente há que está perdida pelas estradas do mundo! 
E, à beira do caminho, surgem pessoas que, em lugar de oferecerem informações seguras, preferem dar lições de boas maneiras e de boas obras.
Desta forma o caminho para o céu, tão simples e claro em Jesus Cristo, é complicado pelos milhares de falsos guias. 

FONTE: www.absvida.com.br

Infelizmente em nossos dias, o evangelho tem sido confundido pelo fardo da religiosidade; No entendimento de muitos, não pode existir amizade entre pessoas de credos diferentes, pois para eles "não pode existir união entre a luz e as trevas". Outros, estão tentando substituir o Espírito Santo no processo da regeneração com um pacote de regras legalistas e imposições descontextualizadas das sagradas escrituras.
Contudo, é necessário entender que o evangelho está acima da religião. Ou seja, o evangelho é mais que uma  mera religião. O evangelho é vida em abundância; E através da amizade, confiança e do diálogo fica mais fácil   falar de Jesus para todos.

14 de dez. de 2011






O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?
E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
-Tudo depende do modo como você olha as coisas.
Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo:
"Primeira qualidade:
Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".
"Segunda qualidade:
De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."
"Terceira qualidade:
O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é, necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."
"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".


  

1 de dez. de 2011

SINCRETISMO RELIGIOSO




SINCRETISMO RELIGIOSO

   O termo sincretismo etimologicamente significa “combinar”, do grego synketizou. Historicamente, remete-nos a união dos cretenses numa espécie de república das cidades, somando forças para enfrentar o inimigo comum. Com isso, o termo sincretismo passou para a história das religiões também para o estudo antropológico, indicando uma combinação de ritos, procedentes de tradições não homogêneas, até atingir um conjunto de formas religiosas comuns.
   O Brasil é considerado um dos países mais religiosos do mundo. Na sua gênese esta religiosidade brasileira sofreu influência de várias matrizes culturais (negro, branco e do índio) e religiosas, haja vista que o catolicismo oficial introduzido pelos portugueses e jesuítas durante a colonização no Brasil conviveu,também, o catolicismo popular e com o candomblé e a umbanda, trazidas pelos negros vindos da África; com o protestantismo e etc.
   Sincretismo, portanto, é a fusão de religiões, ritos, crenças e personagens culturais.
   Há três tipos de sincretismo:
1.     SINCRETISMO GUERREIRO – exprime as ânsias, as lutas e as histórias dos portugueses e navegantes durante a colonização.
2.     SINCRETISMO PATRIARCAL – se instala com a criação e desenvolvimento dos engenhos de açúcar, fazendas de cacau etc.
3.     SINCRETISMO POPULAR – representa a interpretação dada pelos índios africanos à religião da classe dominante. Ex: o culto afro.
   Percebe-se que uma grande parte da população brasileira confessa a fé católica, mas pratica um cristianismo popular  mais chegado ao animismo nativo e ao feitichismo, trazido pelo negro escravo, do que na doutrina católica ministrada pelo colonizador. Ex.: os orixás (400ª600) africanos herdaram o nome dos santos do catolicismo.
   Segundo o escritor Champlin, o sincretismo pode ser classificado em:
·        SINCRETISMO ARTIFICIAL – quando emerge de uma mente preguiçosa, que não desejando investigar em profundidade, se contenta em ajuntar as ideias já existentes nas diversas expressões de fé religiosa, formando uma espécie de salada de crenças.
·        SINCRETISMO PROFUNDO – ocorre quando o discernimento de vários sistemas que contém fragmentos da verdade podem nos levar a obter um quadro melhor da própria verdade.

VOCABULÁRIO:

ANIMISMO – a alma anima todos os seres vivos.
TOTEMISMO – poder espirituais dado aos animais, vegetais e pessoas.
ORIXÁS – divindades intermediárias entre deus e os homens.
No Brasil há 17 orixás e na África entre 400 e 600.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
CUMINO, Alexandre. Deus, deuses e divindades: Os vários nomes, formas e arquétipos de Deus, deuses e deusas. São Paulo: Madras, 2004, 152p.
KÜNG, Hans. Religiões do mundo: Em busca dos pontos comuns. Tradução de Carlos Almeida Pereira. Campinas, SP: Vérus, 2004,283p.



9 de out. de 2011

A ESCASSEZ DE PROFESSORES



FALTAM PROFESSORES NO MUNDO
( Diário de Pernambuco 09 de Outubro de 2011 )

Neste artigo, o jornal supracitado relata um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU ) estima que o mundo precisa de 6,1 milhões de professores a mais para atingir a meta de colocar todas as crianças na escola até 2015. Nesta linha, a redação deste jornal, registra que os Estados árabes necessitam de 243 mil docentes. Isto é, dentre outros fatores o resultado da influência religiosa nestes Estados. Haja vista o que ocorreu na península lusa ( portuguesa ) no século XIX .
Segundo o escritor Ronaldo Vainfas ( 56:2007 ), o quadro era o seguinte: De todas as nações da Europa, Portugal continuaria sendo, a mais católica, a mais conservadora e a mais avessa às ideias libertárias que produziam revoluções e transformações em outros países. Quais foram as consequencias deste conservadorismo ou adesão a fé católica neste período?

  • Só em Lisboa havia mais de 180 monastérios – praticamente todos os edifícios mais vistosos
    eram igrejas e conventos ( para uma cidade relativamente pequena com 200 000 mil habitantes).
  • A morte de D.José, herdeiro do trono , irmão mais velho do príncipe regente D.João, havia morrido de varíola, e qual a razão desta morte? Não cabia à Ciência interferir, pois a decisão entre a vida e a morte estava nas “mãos de Deus”, o príncipe morreu porque sua mãe D.Maria I, tinha proibido os médicos de lhe aplicar vacina.
  • A vida social pautava-se pelas missas, procissões e outras cerimônias religiosas.
  • Para impedir o contato entre homens e mulheres durante os serviços litúrgicos, em meados do século XVIII foram ergidas grades de madeira que dividiam o interior de todas as igrejas de Lisboa.
  • Portugal foi o último país europeu a abolir os autos da inquisição;
Retornando a pesquisa da ONU identificou que, o sul e oeste da Ásia, 292 mil professores, a Europa ocidental e a América do norte, 155 mil. Europa central e oriental, Ásia Central e Ocidental, América Latina e Caribe, juntas, contabilizam 11% da escasssez global de professores.
Analisando o piso salarial de alguns profissionais, é possível perceber o descaso atribuido à algumas profissões no Brasil, vejamos:

Para exemplificar, no Rio de Janeiro;

  • BOPE 2.260,00
  • BOMBEIRO 960,00
  • MÉDICO 1.260,00
  • PROFESSOR 1.187,00

Observe agora o salário de um deputado federal, R$ 26.700,00.
“Precisamos de política pública que visem merolhar a qualidade da educação e garantir condições dignas de trabalho ao educador para evitar problemas sérios com a falta de professores”( Juçara Maria – entrevista da revista A realidade sem retoques da educação no Brasil ).
Nas minhas conversas com alguns profissionais da educação, tenho indagado: Por que o magistério deixou de ser uma profissão atraente? Obtive as respectivas respostas:

Salários baixos;
Falta de infra-estrutura;
Falta de segurança nas escolas, pois o professor tem que administrar os obstáculos internos e externos;
A terceirização da educação doméstica para unidade escolar;
Estes fatores, reflete sobre a qualidade do ensino. Precisamos valorizar mais o educador com política salarial séria, estimulando-os cada vez mais, pois todas as profissões depedem destes verdadeiros hérois e heroinas.




BIBLIOGRAFIA:



VAINFAS, Ronaldo. 1808 - Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil: Editora Planeta do Brasil, 2007, S.P;

VAINFAS, Ronaldo.1822 – Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado.

Www.senado.gov.br : Acesso 09-10-11 às 10:55 hs.




19 de jun. de 2011

ANÁLISE DO TEXTO : Normas da fornicação










O autor Ronaldo Vainfas discorre sobre o tema apresentando primeiramente  as práticas ilícitas ,que no discurso da igreja,  eram consideradas condenadas. Em segundo lugar, o mesmo, apresenta  as chamadas práticas lícitas, as toleradas e apoiadas pela elite brasileira e em parte por uma fatia da sociedade.
No período da colônia ibérica, havia um discurso magnífico tanto do estado português sobre as regras práticas e condutas sobre a fornicação, bem com o discurso da igreja em frear algumas práticas como ilícitas, e como transgressoras do sexto mandamento.
No conceito da elite portuguesa e da igreja, o Brasil colônia era uma espécie de terra do prazer, onde regras morais não valiam, e que todos poderiam viver harmoniosamente nos profundos desregramentos em matéria sexual.
Pintava-se um retrato do Brasil, como uma terra exótica, em que os prazeres da carne efervesciam em função das exóticas mulheres, era a terra que imperava a liberdade sexual.
O autor Gilberto Freire questionava  a frouxidão moral na colônia, pois os portugueses criaram tantas leis proibitivas, e quando chegaram na colônia começaram a praticar todos os atos repugnados por suas leis e pelo discurso da igreja sobre a fornicação. Segundo Vainfas o “aparente desregramento sexual dos portugueses funcionava, na prática, como condição inerente ao processo colonizatório e na paradoxal tolerância mal disfarçada pelos poderes empenhados na colonização”.
No século XVI a igreja se esforçava em seu discurso, sobre tais práticas, tanto que tentava incultar a noção do pecado e o sentimento de culpa na vida dos colonos.
Neste período, ainda surgiu tanto no Brasil colônia como em outros países a controvérsia se a fornicação não era pecado. Se era lícito o homem praticar relação com mulheres que não fosse sua esposa.
A igreja reagiu a tudo isso punindo a todos que nutrissem tais convicções. Abrimos um parêntese para esboçar alguns conceitos levantados pelas autoridades da igreja, em relação ao próprio sexo nos primeiros séculos.
Segundo Orígenes o sexo era algo tão ignominioso e pecaminoso que, num imprudente acesso de zelo, chegou a castrar-se.
Para Agostinho, o ato sexual reabria a ferida espiritual curada na obra de Cristo na cruz, de sorte que o aceitava com extremo rigor apenas no casamento, e que os filhos resultados do relacionamento sexual, trazem consigo a contaminação e o pecado resultante desse ato.
Conforme Jerônimo, o sexo tem uma função puramente animal, e que não há nenhuma ligação entre este e o amor.
Devemos reconhecer que a teologia que esposavam e os conceitos éticos que defendiam como certos foram em grande parte influenciados e formados pelos conceitos errôneos dos seus tempos.
Segundo Vainfas, “pecado e sexo eram ideias associadas”. Este era o discurso da igreja para os “desafiadores” do sexto mandamento, tentando difundir os conceitos da pastoral católica dos tempos modernos.
Havia um discurso, no século XVI em relação a prática da fornicação, que seria permitida se limitassem apenas a homens e mulheres solteiras. Na opinião de outros mais ousados, “não era pecado fazer amor com uma mulher, fosse ela celibatária, virgem ou casada; sem lhe pagar, sem mentir, sem nada lhe prometer, desde que ela o consinta livremente”. Era um discurso que expressava os privilégios masculinos e o legado da península conforme Vainfas.
Em segundo lugar, o autor Vainfas enfatiza as relações sexuais, aceitas como fornicação lícita. Neste caso deitar-se com mulheres “solteiras” não era pecado. O sentido de mulheres “solteiras” naquela época era pejorativo. Eles associavam o termo às mulheres não casadas e que tivessem a disposição que as meretrizes tinham em relação ao sexo.
Meretrizes seria a mulher que recebia pagamento pelas relações, uma profissional do prazer. E a solteira, aquela que praticava somente pelo prazer, sem receber nada em troca. A fornicação lícita era apoiada pelas autoridades públicas, pela própria sociedade e tolerada pela igreja como um meio de salvaguardar a família, já que no discurso da igreja a mulher casada não deveria sentir prazer nas relações sexuais e sim, as mulheres desregradas. E também para preservar o próprio matrimônio.
Para alguns líderes eclesiásticos, em suas falas ensinavam que Deus exigia abstinência sexual em todos os dias santos. E além disso, os casais eram aconselhados a não manterem relações sexuais às quintas-feiras, por ser o dia em que Cristo fora preso; nem as sextas-feiras, em honra de sua crucificação; aos sábados, em da virgem Maria; aos domingos, pela ressurreição de Jesus, e às segundas-feiras, em respeito às almas falecidas (sobrando apenas terça e quarta).
A igreja procurava controlar cada faceta da vida do homem, não deixando ao indivíduo a menor liberdade.
Felizmente, a reforma protestante contribuiu no que diz respeito à ruptura de alguns dogmas, e a uma concepção coerente em relação ao sexo.



BIBLIOGRAFIA



VAINFAS, Ronaldo. Trópico dos Pecados: ZAHAR, Volume 1: 1994, Rio de Janeiro.


TIM, Beverly Lahaye. O ato conjugal: Editora Betânia. 8ª Edição: 1989, Minas Gerais.

15 de mai. de 2011

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

 



            






                                    Apresentação






      O presente trabalho faz uma análise, à luz de Paulo Freire, Mário Parisi, dentre outros, sobre a avaliação e organização do trabalho pedagógico, considerando inúmeros aspectos e determinantes para avaliar;
      A avaliação requer uma leitura da situação social, passando ainda por: Responsabilidade, mudança, problematização, conscientização, compromisso, inclusão e esperança.




Avaliação e organização do trabalho pedagógico: Uma ordem freireana.





      Pensar na ação educativa, como processo de liberdade do homem, impõe a coragem de, entre outros fatores lançar o olhar crítico sobre os determinantes estruturais da escola, anaalisando as formas organizadas do trabalho pedagógico e as condições concretas do contexto educativo.
Para nos posicionarmos positivamente diante dos obstáculos que se apresentarão, posição essa, que nos leve teimosamente aonde queremos chegar.
À luz da concecpção de educação libertadora de Paulo Freire

      Pensar nos trabalhos pedagógicos e na prática educativa na concepção Freireana nos remete ao pensamento da ideia da educação como ato de liberdade. Tendo para isso a compreensão da literatura do livro pedagogia da autonomia, nos provoca com as seguintes ideias:


Tenho chamado a atenção para a natureza humana constituindo-se social e historicamente e não nos fazemos conscientes estś marcada pela finitude, pela inclusão e nos caracteriza como seres históricos.
Não apenas temos sido inacados, mas nos tornamos capazes de nos saberes inacabados.



Aí se abre para nós à possibilidade de inserção numa busca permanente. Uma das raízes da educação, e que faz especifidades humanas, se acha na realidade da inconclusão que se percebe como tal. A permanência da educação também está no caráter de constância da busca, percebida como necessária. (Freire,1977:35)





      Como ato de liberdade, a educação deve configurar-se como rejeição a qualquer forma de aprisionamento, domesticação, alienação, opressão para constituir-se como experiência dialética da libertação do homem, que se realiza no diálogo entre educador e educando.
      Nesta abordagem supracitada, implica em compreender a educação como de conhecimento e a relação interativa aprender-ensinar como desafio, curiosidade epistemológica, dúvida, provocação, criticidade, diálogo, reinvenção e recriação.
Destacamos a avaliação como elemento chave na organização e compreensão do trabalho pedagógico.
      Por sabermos que ensinar exige a reflexão crítica sobre a prática, porque a razão e a emoção, se configuram como elementos constituídos dos ser humano em sua unicidade. Quando pensamos criticamente sobre a prática estamos nos avaliando. “A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético entre o fazer e o pensar sobre o fazer”. (Freire, 1999:43).
      Historicamente, a palavra avaliação tem sido associada a julgamento autoritário, prova, erro, fracasso, reprovação e ainda hoje apesar do avanço teórico no campo da avaliação educacional, apesar dos novos paradigmas que enfatizam o caráter emanicipatório, libertador da avaliação, a prática pedagógica resiste em romper com uma cultura avaliativa que aprisiona, domestica, adestra, aliena e oprime.
      Apesar de estarmos no terceiro milênio, estamos ainda condicionados a uma tradição dos exames escolares, que foi sistematizada nos séculos XVI e XVII, com as configurações das atividades pedagógicas produzidas pelos padres jesuítas (séc. XVI) e pelo bispo protestante John Amós (séc. XVII). Certamente que existiam exames antes desse período; por exemplo, existem registros antes utilizados na China, em torno de três mil antes de Cristo, para seelecionar homens para o exército, pórém, “exames escolares”, como são praticados hoje na escola, foram sistematizados com o advento da modernidade.
      A pedagogia que emerge da confluência das teorias pedagógicas jesuítas e comenianas constitue o que hoje denominamos de pedagogia tradicional.
      Não é de graça que, ainda hoje, estamos praticando, em nossas escolas regras estabelecidas dos séculos XVI e XVII.
De acordo com Parisis, comênio surgeriu o poder púlblico de criar um personagem chamado 'Escolar', que tinha a responsabilidade de avaliar a escola, não o aluno. Não é este o espírito do chamado “provão” do ministério da Educação aplicada aos alunos das universidades? “Comênio antecipou, em muito essa proposta” (parisi, 1991:58).
      Apesar das enumeras concepções de avaliações a exemplos: classificatórias, educativa e auto-avaliação, que é frequentemente aplicada nos trabalhos pedagógicos avaliativos, encaminhavam tais aplicalções para serem refletidas à luz de freire, que nos ensina a avaliar humanizadamente como: consideramos o ser humano com as suas multifacetada experiência. Ele é um ser integral bio-psico-coagnitivo-social-histórico-espiritual.
     Avaliação e mudança: que está ligada a ideia de contrapor a avaliação progressiva que passara pelo desafio da intencionalidade.
      Para Freire, “os objeticos sociais mediam e produzam limites para o desenvolvimento do trabalho pedagógico na sala de aula.” (Freire, 1995:94).         
     Mudar é um ato de coragem que exige posicionamento definido quanto à direção que queremos dar às nossas ações a partir do entendimento que teremos dos objetivos sociais.

Avaliação e problematização

      Indagar é esforça-se por descobrir, é procurar saber, investigar, pesquisar, ir além do aparente; implica no adentramento crítico que nos leva à apreensão mais profunda do fenômeno do estudo. A atitude indagadora que caracteriza o ato de problematizar a avaliação representa o esforço de tomar a distância para tentar compreender, buscar significados nas respostas dadas pelos alunos as questões postas.

Avaliação e conscientização

      A conscientização, como atitude crítica frete ao mundo, caracteriza-se pela unidade dialética entre a ação e a reflexão. Como ação reflexiva, a avaliação se configura como processo de conscien-tização em que a dialogicidade e a interação serve de lastro à construção em que a dialogicidade e a interação serve de lastro à construção do conhecimento crítico.

Avaliação e compromisso

      A ação avaliada pontada na problematização e conscientização, tendo como horizonte a hu-manização do homem, tem que estar comprometida com a construção de uma nova sociedade. Nes-se sentido, o compromisso com um projeto pedagógico.
      É no coletivo que a ação pedagógica é construída e o compromisso político-pedagógico se tornam práxis.

Avaliação e inclusão

      Infelizmente, o controle social tem, na avaliação escolar, uma importante aliada nos processos seletivos da sociedade de classes. O sistema escolar não esta organizado para incluir, continua excluindo. Para combater a exclusão temos que contrapor a avaliação inclusiva que está preocupada em garantir o acesso e permanência e aprendizagem de cada um.

Avaliação e esperança

      Avaliar com esperança diante do quadro que se apresenta é visualizar uma nova organização escolar esperançado-nos na luta por uma escola cidadã e por mundo melhor.


Revisão / Bibliografia

      A prática educativa nos dias de hoje requer muitos saberes, esses saberes são indispensáveis para uma prática educativa realista, para tanto a leitura do livro pedagogia da autonomia de Paulo Freire, no ano de 1999, nos leva a essa compreensão.
      No entato a educação escolar é nosso fazer maior, que a todo instante desafia no saber, ou requer um saber realista da situação e seus determinantes. O livro do Professor João francisco de Souza, A educação escolar, nosso fazer maior produzido pelo NUPE – Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Popular do centro de educação UFPE. Ano 2000.
      Porém, para avaliar precisamos tomar partindo de uma linha avaliativa, para a linha humanis-ta, temos Paulo freire que nos convida para avaliar criticamente nossa prática, que está bem explica-da no texto da Professora Maria Helena da Costa Carvalho. Avaliação e organização do trabalho pedagócido: Uma abordagem Freireana.






Bibliografia

Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia, Ed. Paz e Terra, 12ª edição, P, 1999.

Souza, Francisco João. A educação, Nosso Fazer Maior, Desafia o Nosso Saber. Ed. Bagaço, Sp, 2000.

Parisi, Mario. Fundamentos da educação, História e Filosofia da Educação, Ed. Saraiva, SP, 1998.